Ser invisível não significa ser inexistente.

por CoolHype

Quando começamos a formar uma ótica genuína sobre moda em um determinado lugar, canalizamos nossas pesquisas em quem mais chama a atenção, e esquecemos que grandes criadores não são só o que compõem o mainstream, mas sim, os que têm qualidade em suas roupas e principalmente em sua perícia na imensa cultura do vestuário.

Podemos encontrar um mundo lisérgico em fundo de quintal, eu já encontrei. A questão a ser tratada é o preconceito que, sempre macula o processo criativo do ser humano e a sua evolução. Vai me  dizer que gastar uma nota em algo que custará a entrada de um carro, não lhe atraí mais, do que pagar (um preço justo) à uma criação independente das tendências momentâneas dos blogs e revistas de meia tigela?

Sabe quando a mãe manda você tomar vergonha na cara por algo infantil que você faz constantemente?! Pois bem, atitudes infantis moldadas em preconceitos devem ser extintas. Aquele pensamento de que moda DEVE SER FEITA para um “tipo ideal” de desejo, é a coisa mais burra já pensada por um ser humano. Como diria um amigo nosso, “Gosto é que nem braço, tem gente que não tem”.

Você decide o que será invisível e o que será overdose aos olhares. Mas nunca decidirá o que é inexistente. Poucos na moda têm esse poder, e aqui no nosso cerrado, ninguém o tem.

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