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Categoria: Palavra

É a vez de Florence

Não é novidade que a vocalista da banda Florence & The Machine têm sido fonte de inspiração para vários fashionistas. A inglesa se destaca por ser poucas das artistas famosas que não explora o seu corpo com vulgaridade para chamar mais atenção do público. E foi esse visual seguro com bastante personalidade da cantora que serviu de inspiração para a coleção de inverno da Gucci. “Ela tem a confiança e o look seguro como o da mulher Gucci.”, diz  Frida Giannini, diretora criativa da grife.

Depois de Florence Welch ter sido fonte de inspiração para a grife, a cantora foi fotografada por Karl Lagerfeld para a capa da Vogue Japão de setembro. Florence quebrou o jejum de cinco anos da revista, que antes tinha apenas modelos na tão desejada capa de setembro.

Androgina Welch para Vogue Japão

E as novidades da inglesa não acabam por aí, Florence também anda finalizando os projetos para o segundo álbum da banda que lidera. O álbum, intitulado “Ceremonials”, têm previsão de lançamento para o dia 31/10 no Reino Unido, e dia 07/11 nos Estados Unidos.

E para dá gostinho do que vem por aí, a banda postou na internet um vídeo com cenas das gravações no Abbey Road em Londres. O vídeo tem como música de fundo “What The Water Gave Me”, um som que promete ser hit, dá até arrepios pela magnifitude.


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Palavra com Chris Philips

Confesso ter ficado com saudade de entrevistar alguém que contribui de forma significante para a cultura de vestuário em Brasilia. O novo entrevistado foi o fotógrafo de moda Christian Philips.

Nós do blog sempre pensamos que o cara era de outro país, pelo fato de ter muita perícia com a moda Underground. Podemos ver tal conhecimento nas fotos e no estilo pessoal dele. Mas não, ele é desse cerrado meio sem-graça chamado Brasília mesmo.

Abaixo o papo que trocamos com ele:

1 –  Definir o streetwear Brasíliense em geral, chega a ser deprimente. O que você acha que seria necessário para que se crie uma cultura de vestuário massificada de uma forma positiva, assim como se pode encontrar em Brixton – UK ou no lado Underground de NYC?

R: É preciso uma mudança de mentalidade. O brasileiro ainda é muito
preconceituoso e não aceita quem é muito diferente. As pessoas
preferem continuar se vestindo seguindo os papéis sociais
tradicionais, em vez de fugir do padrão. É muito mais conveniente se
misturar na multidão. Isso é ainda mais evidente do caso do vestuário
masculino. A maior parte dos homens no Brasil tem medo de serem
enquadrados como femininos. Poder ostentar uma masculinidade é algo
desejado até mesmo entre os homossexuais, que discriminam quem assume
sua sexualidade de forma descarada.
 Há outros dois problemas que precisam ser resolvidos aqui. Primeiro,
o brasileiro precisa buscar mais informação de moda na hora de se
vestir. Também é necessário que a moda seja democratizada. Não dá pra
se vestir bem no Brasil gastando pouco. O primeiro passo é abrir lojas
decentes de fast-fashion. Apesar de algumas lojas de departamento no
Brasil estarem tomando esse caminho, ainda não temos nada parecido
como uma H&M ou Topshop.

2 – O “Booom” dos blogs está começando a se tornar um clichê, o que na
sua opinião, salvaria essa formato de passar informação de moda?

R: Vivemos em um momento em que tudo tem a obrigação de ser instantâneo.
As coberturas das semanas de moda, por exemplo, são publicadas quase
que imediatamente depois que algo importante acontece no evento. É uma
disputa por informação, onde ganha quem divulgar primeiro. Isso é
bastante perigoso. Não há tempo de se processar o ocorrido e a ênfase
passa a ser na quantidade. Apesar dos blogs se encaixarem bem nesse
tipo de jornalismo rápido (exatamente por serem diários virtuais), vai
ser muito positivo quando essa obrigação de ser veloz for deixada de
lado. Os blogs deveriam se preocupar mais em fazer algo de qualidade.
Outra atitude que me incomoda é a preocupação em ser diplomático
demais. Isso é pior com os grandes sites, onde o conteúdo deve agradar
os anunciantes. Mas acontece com blogs de moda também, que, pra
crescer, precisam de apoio. O jornalismo de moda em geral é muito
pouco crítico. Quando alguém comenta um desfile, por exemplo, é muito
mais fácil usar palavras chaves bonitas pra deixar o texto com
aparência de texto padrão de moda, do que realmente entender a
proposta do estilista, contextualizar a coleção e criticar tudo de
forma inteligente.

3 – Escolha 3 peças que tenham o poder de transformar um “fashionista
emergente” nos chamados “Fashion Victim” :

R:

-Legging
-Cachecol
-Calça saruel

4 – Sua relação com a moda começou de qual forma? E qual foi sua
primeira aquisição fashion?

R: Surgiu junto com meu interesse pela fotografia, quando eu marcava praticar foto com meus amigos. Antes a gente fazia algo bem espontâneo e natural, mas, com o tempo, passamos a querer fazer algumas sessões mais planejadas. As roupas passaram a ser parte fundamental disso e foi quando eu percebi que queria trabalhar com fotografia de moda. Mas eu não lembro exatamente qual foi minha primeira aquisição.

5 – Um filme que influenciou no estilo de rua de um determinado lugar?

R:Não tenho conhecimento sobre o assunto.

6 – Uma festa na qual você não viveria sem?

 R: Apesar de freqüentar festas toda semana, eu viveria muito feliz sem isso. Ainda maisem Brasília. Nãotem nenhuma festa aqui que euconsidere imperdível. Até o circuito alternativo tem se tornado pouco interessante. Não agüento mais gente mal vestida dançando Lady Gaga.

7 –  Um estilista de Brasília que conquistou seu gosto pessoal?

R: É claro que por eu ser um amigo próximo do Yuri Pardi, a gente tem
muito interesse em comum e isso faz com que eu me identifique muito
com o trabalho dele. Também admiro o Sann Marcuccy.

8 – A fotografia é a forma mais forte de se transmitir informação de
moda. Cite 5 locações em Brasília que tem potencial para um bom
editorial de moda outsider?

R: Lugares que não pareçam Brasília. Todos os pontos turísticos daqui já
são mais do que clichês pra qualquer editorial.

9 -Melhor banda do mundo, na sua opinião?

R: Queen.

10 – Como de costume, fazemos ao entrevistado uma pergunta narcisista.
Qual foi a primeira impressão que você teve acerca do CoolHype 😀 ?

R: É legal ver gente nova como vocês tentando fazer algo diferente em
Brasília. Vocês têm a atitude certa pra fazer com que o blog ocupe um
espaço importante aqui. Eu confesso que não gosto muito do nome,
porque parece um pouco auto-afirmação. Mas vocês são muito
interessados pelo assunto e isso faz toda diferença.

Algumas fotos “clicadas” pelo fera:

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Palavra – Ivan Hugo

Ele é um estilista pensador. Prova que a moda não é fútil e, as pessoas que a transmitem a fazem dessa maneira. O cara tem 22 anos e já parece ser um estilista em ascensão, mostrando suas coleções sempre muito inteligentes na semana de moda da capital. Fomos no dia 15 de março a casa do Ivan. Ele estava fazendo cookies no momento, e mesmo assim nos recebeu muito bem:D!

Com toda a sua utopia do senso, apresento a vocês… Ivan Hugo!

CH: Ivan, faça uma ligação entre moda e a formação social de um  determinado espaço, definindo assim, uma idéia de que moda não é algo fútil:

IH: A pessoa que se encontra nesse nicho de moda, não é necessariamente burra e fútil. O que deixa com que isso se torne algo fútil é a forma que muitas vezes a imprensa divulga esse meio. Existe uma grande diferença entre vestuário e a moda em si, a moda mais ou menos como conhecemos surgiu depois da renascença e, o vestuário existe a muito mais tempo, desde os primórdios e é de fato uma vertente cultural da sociedade.

CH: O que falta para que a capital do país se transforme em uma capital da moda?

IH: A cultura de moda. O povo tem que fugir do glam, até porque o pessoal daqui busca status, carão, close e etc. Necessita de um movimento underground urgente, para que a cidade passe a ter uma cultura de moda.

CH: Se você pudesse escolher uma casa de alta costura para dirigir qual seria?

IH: A Maison  Schiaparelli. Acho que é uma Maison que nunca deveria ter fechado. Ela foi, junto com Chanel, uma percussora da alta costura. Ela criou a roupa rosa choque gente! Eu acho isso muito f*** para aquela época. Acho que seria muito interessante para mim, criar nos moldes da Schiaparelli.

CH: Qual blog que você gostaria de ver como publicação impressa?

IH: Cara, não consigo imaginar nenhum blog brasileiro como revista. Acho que o  blog da Tavi seria interessante ver como revista, pelo fato dela saber abortar o assunto das tendências com muita diversidade. Acho bacana.

CH: Qual semana de moda você adoraria apresentar seu trabalho?

IH: Ah, Paris né?! (risos). O meu Casting favorito é o de lá. Os modelos masculinos são bem bacanas.

CH: Ivan, imagine um mural de informações com cinco coisas, sendo que essas coisas lhe sirvam de inspiração, seja no trabalho ou na vida pessoal:

IH: Hum, eu imagino um mural com cinco polaróides. A primeira é uma foto de biscoitos de chocolate, a segunda seria a bandeira do Japão, depois colocaria uma foto de uma tribo indígena, uma foto da lua e por fim uma foto do sol.

CH:Vivienne ou Yamamoto?

IH: Yamamoto claro!

CH: Para finalizar, o que você acha do CoolHype?

IH: Cara, eu gosto. Acho que vocês vieram na hora certa, com a idade certa e cabeça certa (risos).

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CoolHype ama Heloisa Tolipan – ParkFashion

Ao chegarmos no terceiro dia de Parkfashion, demos de cara com a diva Heloisa Tolipan. Dscrevemos ela como diva, mas não a diva estereotipada sabe?! Aquela que é pacote fútil e caro da primeira fila de desfile. Heloisa é uma diva peculiar: Aquela que é inteligente, experiente, chic e uma real jornalista de moda. Nada de poser.

Para os leitores irresponsáveis com a sua tarefa de fashionista emergente, fica a dica: leiam a coluna da Heloisa, que fala de moda, não aquela moda descartável, mas aquela que leva textos ricos em informação e de uma forma prática.

Conseguimos gravar um vídeo com Heloisa. Veja abaixo:

 

Heloisa Tolipan

Heloisa Tolipan

  • Heloisa veste:

Calça – Diesel

Sapatilha – Chanel

Blusa  – Balmain

Bolsa     – Louis Vuitton

 

Beijos!

Entrevista – Akihito Hira

O CoolHype abriu aqui no blog um espaço dado á entrevistas com nomes da moda brasiliense. Esses posts andaram fazendo sucesso entre os leitores.

Desta vez quem entrevistamos tem nome de peso na moda brasiliense. Já foi chamado para New York Fashion Week e a algum tempo foi aceito na ABEST [Associação Brasileira de Estilistas], além de estar na boca de vários fashionistas brasileiros, depois de desfilar no Rio Moda Hype. O CoolHype entrevista com exclusividade Akihito Hira. Ufa!


CH: Sua alfaiataria masculina é sempre citada como impecável pensa em fazer moda para as mulheres?

AHO intuito da marca é consolidar o masculino e futuramente, talvez, fazer feminino.

CH: Você acha que a moda brasileira deve ser reconhecida como “brasileira” ou pensa que a moda é algo sem nacionalidade?

AH: A identidade é importante, principalmente na moda. Se o Brasil mostra que tem potencial criativo e de produção, isso significa geração de empregos e crescimento econômico.

CH: Pensa que a democratização da moda no Brasil é algo utópico? Concorda que a moda mais acessível é algo feito para vender e não para vestir?

AH: Conceito de moda é muito amplo, se considerarmos a moda sob o viés da massificação, com certeza há uma democratização cada vez maior, prova disso é a contratação de estilistas de peso para criar coleções de grandes lojas de departamento.

CH: Agora, imaginaremos um quadro de inspirações. Com o que você preencheria esse quadro?

AH: Um retrato de família no início do século XIX.

CH: O que acha do Street Wear masculino brasiliense?

AH: Reflete exatamente o comportamento e a cultura do brasiliense.

CH: O homem atual de fato se preocupa mais com a aparência. Mas assumir e entender a moda ainda é um bloqueio entre a maioria. Você acha que isso um dia poderá ser quebrado?

AH: O processo de desbloqueio já é visível na contemporaneidade, mas o homem brasileiro ainda caminha a passos lentos.

CH: Um ícone fashion?

AH: Alexander Mcqueen

CH: Um pensador?

AH: Gilles Lipovetsky

CH: Uma musica?

AH: Boku wa kimi ni koi o suru, Ken Hirai

CH: Você costumar ler blogs de moda com freqüência? Quais os seus preferidos?

Sempre. Gosto muito dos blogs:

www.forademoda.net

http://colunistas.ig.com.br/erikapalomino/

CH: NY ou Tókio?

AH: NY e Tókio.

CH: Você apresentará sua nova coleção no CFW?

AH: Estamos em fase de viabilização do projeto.

CH: O que achou do CoolHype?

AH: Super interessante e reflete o que os blogs têm de melhor: uma visão particular na diversidade da moda.

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Akihito Hira
Fashion Design
www.akihitohira.com.br
55 61 7815.9965

 


Entrevista com Sann Marcuccy

Depois da divertida entrevista que fizemos com o produtor de moda André Matos, voltamos a atenção para o promissor estilista de Brasilia, Sann Marcuccy.

O cara é um dos criadores preferidos aqui do CoolHype. O conhecemos pelo CFW e ele além de criar peças primorosas e bem estruturadas, mostra que também é um pesquisador de moda muito inteligente.

 

Segue abaixo o nosso jogo de perguntas:

CH: Sann, você pensa em fazer uma coleção mais Teenage?

SM: Bem, a minha coleção é para mulheres confiantes, então, não importa se 15 ou 50 anos, basta a identificação com a poética da coleção. Moda é uma mistura de tudo que agrada a gente…as vezes é uma questão de styling do seu próprio estilo.

CH: Você acha que fazer um curso de moda é essencial para ser um estilista de sucesso ou o dom da pessoa é o mais importante?

SM: Acho que não basta dom e não basta apenas um curso de moda. O estilista tem de estudar, e muito. História da arte, poética contemporânea, fotografia, inglês, francês, filosofia, cinema…tudo é importante. As pessoas costumas associar os consumidores de moda, que são estigmatizados com um ar de futilidade, com os criadores de moda, que são artistas que procuram na roupa uma forma de expressão.

CH: O que você acha do “Booom” dos blogs? Quais são os seus preferidos?

SM: Acho bom e ruim. Existem muitas pessoas de uma perspicácia e visões de mundo interessantíssima. Mas também existem aqueles blogueiros prepotentes que acham que parecem mais inteligentes ao falar mal de tudo e de todos. É uma faca de dois gumes. Gosto muito dos blogs que mostram o estilo das pessoas na rua.

 CH: A galera do Coolhype ama suas roupas, mas, não sabe onde comprar. E agora?

SM: Poxa, tenho já alguns pontos de venda pelo Brasil. Segue a lista!

LETAHI – AlPHAVILLE/SP (11) 4193 2290
ADOM – RECIFE/PE – (81) 3269 3097
SÁBBIA ROSSA – FORTALEZA/CE (85) 3242 2396
DALAII STORE – UBERLÂNDIA/MG (34) 3236 7376
ZERBINATO – MOGI DAS CRUZES (11) 4722 4453
FERNANDA YAMAMOTO – SÃO PAULO/SP (11) 3032 7970
NATACHA MINCZUK – ARAÇATUBA/SP (18) 3441 2200
PRISCILA SANDRI – CAMPO GRANDE/MS (67) 3043 4443

E estamos fechando novos pontos de vendas até março. =)

CH: Uma pergunta que fizemos em outra entrevista e gostaríamos de fazer sempre aos entrevistados. O que você acha do Street Wear brasiliense?

SM: Acho básico demais. Ninguém inventa, reinventa, experimenta.   

CH: Seu ícone fashion?

SM: Alber Elbaz. Ele faz roupas lindíssimas com um ar de que não se esforçou nem um pouco pra pensar na construção. Com simplicidade, sem misturar mtos tecidos, porém com técnicas inacreditáveis ele se tornou o grande amor da minha vida. O Margiela também é um novo amor que vem me conquistando aos poucos.

CH: Vivienne Westwood ou McQueen?

SM: McQueen, a Vivienne morreu tem uns 5 anos e foi reposta por algum tipo de clone. Tenho preguiça de ver as coisas dela, tanto as masculinas, quanto femininas.

CH: Uma banda?

SM: Florence and the Machine.

CH: Um Filme?

SM: O chamado! Minha próxima coleção vai ter muita referência sobre o filme. Todo mundo acha graça quando eu falo, mas acho interessante o uniforme que a Samara usava no manicômio.  Tenho vários outros filmes na lista dos preferidos…Mas esse é um que adoro assistir e observar a estética fotográfica.

CH: Lugar que mais gosta em Brasília?

SM: Meu apartamento. 

CH: o que acha do nosso conteúdo?

SM: Acho muito bom o conteúdo por ser abordado com objetividade, sem afetações. Acho chato quando o blog parece que foi feito para valorizar o blogueiro. Gosto dessa profissionalidade que vocês têm mostrado.

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Se ainda não conhecem o trabalho do Marcuccy , dêem uma olhada no site do cara – http://www.sannmarcuccy.com.br/

CoolHype entrevista – André Matos

Abrimos um espaço aqui no blog destinado a entrevistas.

O intuito é entrevistar fashionistas, estilistas e  pensadores de moda para formamos um conceito da moda em Brasília. Não que gostemos de rotular a moda pela localidade mas sim, fazermos com que pelo menos os leitores conheçam um pouco mais quem ajuda a difundir a cultura fashion na Capital.

Abaixo, nossa primeira entrevista com um fashionista muito simpático. O caracterizei com a Jenny de Gossip Girl, pelo fato de ser tão novo e tão in no universo fashionista. Agora chega de bajular e vamos a entrevista do CoolHype com André Matos:

CH: Acredita em uma real característica da moda brasileira ou acha que moda não tem nacionalidade?

AM: A moda brasileira é bem diferente da moda internacional, com menos mistura de materiais e menos ousada.

Se formos comparar com as marcas mais visadas do mundo (Balenciaga, Comme des Garçons, Viktor&Rolf, Alexander McQueen entre outros), a moda brasileira ainda engatinha com nomes como Tufi Duek, Osklen, Animale, Acqua Studio, etc. Acho que temos um futuro muito promissor. A Vogue brasileira, por exemplo, é uma das melhores Vogues que tem no mundo.

CH: O que acha do Street Wear brasiliense?

AM: Brasiliense não sabe se vestir.

CH: Uma modelo?(Não vale Gisele)

AM: Lara Stone

CH: Sua interpretação para moda, ou seja, o que ela significa para você?

AM: Moda é meu ganha-pão. Meus amigos todos trabalham com moda. Moda é a minha opção de vida, e se resume nisso.

CH: Seu ícone fashion?

AM: Chanel ( tenho tatuado em meu pulso a logo dela.)

CH: Uma musica?

AM: Frank Sinatra – Miss Kittin

CH: Lagerfeld ou Miuccia Prada?

AM: Largerfeld, se bem que nesta última coleção ele deixou a desejar.

CH: Cardigan ou suéter?

AM: Cardigan

CH: Louboutin ou Jimmy Choo?

AM:Jimmy Choo

CH: Semana de moda preferida?

AM: Semana de Moda de Paris

CH: Marcuccy ou  Romildo?

AM: Nossa, que pergunta, né? Sann Marcuccy

CH: O que achou do CoolHype rs?

AM– Bem bacana!

Abaixo estão as fotos do Portfólio do André:

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